Consumo Visual
Consumo Visual

CONSUMO
VISUAL

Consumo Visual envolve a participação num ritual associado a uma marca, produto ou serviço, iluminado pela aparência, aroma ou sabor. A simplicidade reside na publicidade do produto como expressão da marca autêntica, através do grafismo surreal e ingénuo do designer, do grafismo elegante do artista e do grafismo imaginativo ou mágico dos criadores e transformadores, que servem de suporte à imagem e à mensagem da marca. 

Consumo Visual da aparência
Fig.1 – Aparência

 

Movimento da Marca

Um espírito de marca com ousadia, que aborda de forma incómoda temas específicos sob a assinatura “empresário, seja autêntico”, revela uma linguagem verbal e visual única, como se permanecesse indiferente a estas imagens e mensagens excêntricas .


A simplicidade do ritual da marca, expressa através da sua aparência, demonstra uma visão estratégica para o consumo, estabelecendo uma ligação entre produto e marca na mente do consumidor, através da publicidade.


A alteração de posição no espaço ao longo do tempo mobiliza os consumidores em torno de um objetivo comum, por afinidades políticas, culturais ou sociais, associadas a uma vertente criativa ligada à arte da empresa. Este estímulo ou impulso interior, este movimento, confere à aparência uma corrente de pensamento filosófico da marca na “a autêntica sociedade”.

 

 

Consumo Visual do Aroma
Fig.2 – Aroma

 

Ocasião Oportuna

O encontro de circunstâncias adequadas para a concretização de algo, numa oportunidade que marca o momento em que o aroma do produto se faz sentir aquando do seu lançamento. A forma exterior de um objecto, transformado em produto pronto a ser consumido, revela-se através da sua cor vibrante, capaz de captar a atenção do consumidor.

Contar as histórias da marca torna-se uma viagem pelo tempo e pelo espaço, onde diferentes versões se cruzam sob a forma de entretenimento. A qualidade oportuna evidencia a visão dos criadores e transformadores, que servem de suporte à imagem e à mensagem da marca.

A ocasião favorável incide no mercado onde se pretende apresentar o produto, para que seja percebido como um ritual de consumo, sendo a possibilidade de agir uma demonstração da adesão dos consumidores no momento da experiência. Assim, o aroma do produto sustenta a intenção de construção da marca, como expressão de uma marca autêntica. 

Consumo Visual do Sabor
Fig.3 – Sabor

 

Marcar ou Não Marcar?

Estabelecer com precisão a natureza de um serviço, ou agendar previamente uma data para determinado acontecimento, implica um certo ritmo, movimento, som, bater ou contar.

Colocar marca no sabor significa analisar as repercussões dos sentimentos ou do carácter dos consumidores, através de notas cromáticas e intensas. O serviço transforma o consumidor numa nova mistura, num novo produto de consumo, com maior ou menor poder de compra, salvaguardando sempre o produto e a imagem que o serviço transmite.

Tudo o que fazemos contribui para melhorar a cultura. Se consideram que é notável, se fazem um comentário, então é notável. Caso contrário, quem se importa? Assim nasce uma nova mensagem – Empresário, seja autêntico. A simplicidade foi a resposta encontrada para a crise local.

Conclusão

O Consumo Visual configura-se como uma experiência rica e multifacetada, onde a marca, produto e serviço se fundem num ritual sensorial e simbólico que vai muito além da simples aquisição. A autenticidade surge como fio condutor, expressa tanto na simplicidade do design quanto na força das mensagens visuais, olfativas e narrativas, tornando-se uma poderosa expressão cultural.


O movimento da marca, ao aceitar uma postura ousada, criativa e autêntica, não só desafia padrões estabelecidos, mas também estabelece novas formas de conexão emocional e social com o consumidor. A ocasião oportuna de lançamento e apresentação do produto evidencia a importância do timing e da narrativa, transformando o consumo num evento marcante, capaz de criar memórias e influenciar a identidade coletiva.

A escolha de marcar ou não marcar o consumo revela a capacidade de atribuir significado às experiências quotidianas, contribuindo para a evolução do mercado e da cultura. O consumidor, ao interagir com produtos e serviços, não apenas consome, mas também participa ativamente da construção de tendências e valores sociais.


Em síntese, o consumo visual é uma celebração da criatividade, da autenticidade e da criação de significado. Marcas que compreendem e valorizam este momento conquistam não só a atenção, mas também a admiração e a lealdade dos consumidores, consolidando-se como parte integrante da cultura contemporânea e tornando cada experiência de consumo verdadeiramente relevante e memorável. 

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